A RE/MAX Collection, imobiliária líder no segmento de luxo, finalizou o primeiro semestre com um total de volume de preços na ordem dos 615 milhões de euros, o equivalente a um aumento de 43%, face a igual período de 2020. Durante os primeiros seis meses de 2021, a RE/MAX Collection registou 2.198 transações, um incremento de 46% face à primeira metade de 2020, semestre esse em que a imobiliária comercializou cerca de 429,4 milhões de euros e realizou 1.510 transações. Para a segunda metade do ano, a imobiliária que mais imóveis de luxo vende em território nacional prevê a continuidade do cenário de recuperação do mercado, já bastante notório neste primeiro semestre.

Na análise semestral sobre os principais tipos de imóveis os dados revelam que os apartamentos e as moradias reforçaram ainda mais a sua importância no segmento premium da marca. Se em 2020 representavam 91% da faturação e 95% das transações, nos primeiros seis meses do ano traduzem já 98% de ambos os indicadores, visível no quadro infra. Foram os apartamentos de tipologias T2 e T3 os mais procurados pelos investidores, ao representar 70,4% do volume de transações, o equivalente a 71,3% do total de volume de negócios. Por outro lado, as moradias T3 e T4 surgem com grande destaque neste primeiro semestre, representando mais de metade do volume de transações e de negócios, 56,4% e 63,3%, respetivamente.

 Peso dos principais tipos de imóveis na RE/MAX Collection
Tipo Volume de Negócios Transações
Apartamentos 67,60% 81,07%
Moradias 30,38% 17,11%

Reforço da importância do cliente nacional para a marca Collection

A RE/MAX Collection negociou imóveis com clientes de mais de 30 nacionalidades estrangeiras. Não obstante, continuam a ser os portugueses os principais clientes, com intervenção em quase 70% das transações (69,9%) entre janeiro e junho de 2021. Os brasileiros foram a segunda nacionalidade do segmento em termos de volume de negócios e transações, seguidos dos franceses e ingleses que ocuparam a terceira e quarta posição, respetivamente. O top 7 do segmento é ainda composto por clientes chineses, americanos e espanhóis. Referir ainda que as restantes nacionalidades intervenientes em negócios de imóveis Collection foram responsáveis por 12,2% das transações e 13,9% em volume de negócios total.

Principais nacionalidades – 1º semestre 2021
Nacionalidade Peso Volume de Negócios (%) Peso Transações (%)
Portuguesa 63,45% 69,89%
Brasileira 4,76% 4,09%
Francesa 4,85% 3,37%
Inglesa 4,15% 3,18%
Chinesa 3,89% 2,91%
Americana 2,58% 2,36%
Espanhola 2,41% 2,05%
Outras 13,91% 12,15%

“Os números relativos à atividade da RE/MAX Collection na primeira metade do ano foram os melhores de sempre neste período, refletindo um acentuado crescimento face a igual período de 2020, o que demonstra bem um cenário de recuperação do mercado imobiliário de luxo, que tem dado provas de resiliência no atual contexto. Portugal é um mercado apetecível para estrangeiros, que projetam no segmento de luxo um investimento seguro e com elevada possibilidade de retorno. É certo que os clientes nacionais continuam a adquirir mais imóveis Collection, contudo a procura internacional mantém bons níveis de atratividade.”, explica Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX.

Com um total de 9.754 agentes no final do primeiro semestre do ano, 984 dos quais com certificação Collection, as perspetivas da marca para a segunda metade do ano são animadoras. “A reanimação da atividade económica, o retorno de algum do investimento internacional, as melhorias nos índices do setor do turismo e a própria evolução positiva da segurança sanitária, são fatores que têm reforçado o dinamismo no setor imobiliário. Numa vertente como a de luxo, em que a confiança e a credibilidade são determinantes, é objetivo principal da RE/MAX Collection continuar a ser a melhor opção para quem pretende comprar ou arrendar um imóvel, sempre apoiado por uma equipa de consultores especializados neste segmento premium.”, remata Beatriz Rubio.

Distrito de Setúbal e a Madeira crescem no segmento de luxo

De acordo com dados da RE/MAX Collection, o distrito de Lisboa mantém a liderança nacional, com um volume de negócios de 80,9% e um volume de transações de 80,7%, refletindo uma ligeira diminuição de um ponto percentual (p.p.) no volume de negócios, mas um aumento de dois p.p. nas transações, face ao período homólogo. Os destaques vão para o distrito de Setúbal, que ocupa a 2º posição, ultrapassando o Porto, assim como a subida da Madeira, que se posiciona, pela primeira vez, no TOP 5 nacional.

TOP 5 Principais distritos – 1º semestre 2021
Distrito Peso Volume de Negócios (%) Peso Transações (%)
Lisboa 80,9%  80,7%
Setúbal 6,3% 5,6%
Porto 4,7% 5,5%
Faro 3,4% 4%
Madeira 1,1% 1,1%

Numa análise semestral mais detalhada ao distrito de Lisboa, constata-se que continuaram a ser preponderantes três concelhos: Lisboa, Cascais e Oeiras, representando aproximadamente 80% das transações no distrito. Em evidência, a subida do concelho de Loures à quarta posição (5,25% de imóveis de luxo transacionados) e o aumento da representatividade do de Oeiras (15% do total de transações no distrito lisboeta). Salientar ainda a redução do peso do concelho de Lisboa para menos de 50% (46,7% em volume de transações), facto que revela um maior equilíbrio regional neste segmento premium.

Acrescenta-se que a atribuição da categoria “imóvel de luxo” varia, existindo critérios diferentes noutras marcas. A RE/MAX Collection baseia-se em critérios de localização e preço, com exigentes e muito elevados padrões de design e arquitetura, pelo que excluí, por exemplo, terrenos e lojas da sua lista, como outras imobiliárias do segmento incluem.